Teclado de ecrã para televisões Android, feito para o comando: navega-se com as setas, escreve-se com o botão do meio, e não precisa dos serviços da Google.
Um teclado vê tudo o que se escreve: pesquisas, endereços, palavras-passe. Por isso a afirmação que importa não é uma promessa de privacidade, é uma impossibilidade: este teclado não declara permissão de internet, portanto o sistema não o deixa abrir uma ligação. Não é que não envie: não consegue.
E é verificável por quem quiser: o manifesto vai dentro do instalador, e qualquer pessoa o pode abrir e confirmar que lá não está. Não pedimos confiança para uma coisa que se pode ver.
A disposição que se percorre depressa com o D-pad, com os dígitos por cima das letras e duas páginas de símbolos.
Duas línguas, com os acentos por pressão longa na letra base. Troca-se de língua mantendo o espaço premido.
O aspeto muda no ecrã de definições da própria aplicação, sem sair para as definições do sistema.
Não há dicionário nem previsão de texto. A barra de cima mostra a palavra que já escreveste e, num campo de endereço, sufixos como .com.
Ditado não existe, e o microfone não é sequer pedido. Emojis também não.
Português europeu e inglês. Mais nenhuma.
Android 5.0 ou mais recente, testado em Android 11. Não traz bibliotecas nativas, portanto serve qualquer processador. Foi desenhado para o comando: num telemóvel não faria sentido.
O motor é um ramo do LeanKeyboard, de Yurii L, publicado sob licença MIT. O que fizemos foi a disposição das teclas, os temas, as duas línguas e o ecrã de definições. Os avisos de copyright e o texto da licença original continuam onde estavam, e acompanham o que distribuirmos.
A disposição foi recriada à mão a partir do que se vê num teclado de televisão comum. Nenhum ficheiro, ícone ou linha de código de outra aplicação entrou neste projeto.
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